Android M: Apps flutuantes têm de ter permissão extra do usuário


Alguns aplicativos são uma mão na roda, quando você pode executá-los sem parar de fazer tudo o que está fazendo no celular e ser redirecionado para seu ambiente exclusivo, são eles os apps flutuantes, que ficam acima do seu app atual, sem a necessidade de fechá-lo.

Permissões no ato de anúncio do Android M © Reprodução
Algo muito controverso na história do Android são as permissões que os aplicativos requerem. No iOS, a cada vez que o aplicativo precisa usar algum recurso do seu smartphone, você é perguntado se ainda deseja continuar a fazer o que pretendia, usando tal recurso. Já em todas as versões do Android anteriores à 6.0, você deve aceitar todas as permissões que o aplicativo impõe antes mesmo de instalá-lo, sem ao menos saber para quê serão usadas. Será que isso faz sentido?
Talvez tenha sido essa um ponto onde o Google não tenha dado uma atenção mais cautelosa, ou talvez sim, mas só resolveu mudar a forma como isso funciona agora. Os aplicativos de Android em sua nova versão, assim como no iOS, perguntarão ao usuário quando usarem recursos como: localização, câmera, microfone, etc.

O que muda?


Os usuários se sentem menos invadidos, com toda certeza. Visto que você é quem ditará as regras ao aplicativo e não o contrário. Mas ao mesmo tempo, tal mudança possa não fazer tanto sentido assim. Mas hein?! Na maioria das vezes, quando o usuário faz o download de um aplicativo ele já o conhece, e sabe também quais recursos serão necessários para o funcionamento do mesmo, como por exemplo, talvez seja até chato você abrir o Instagram e ter que permitir que ele use sua câmera, já que seu real interesse é tirar fotos. Mas, aparentemente entre a maioria dos usuários, os aplicativos devem seguir essa métrica de permissões.
O Android M pode ser um game changer quanto à integridade sempre questionada do sistema operacional móvel mais usado no mundo.

Fonte: Android Police

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